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Revista de Odontologia da Universidade de São Paulo
ISSN 0103-0663 versão impressa

 


Rev Odontol Univ São Paulo v.11 s.1 São Paulo 1997

Curriculum ScienTI
Como citar este artigo

RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO DE DENTES SUBMETIDOSA DUAS TÉCNICAS DE CLAREAMENTO, PÓS-RESTAURADOS OU NÃO

SHEAR STRENGTH IN TEETH SUBJECTED TO TWO BLEACHING TECHNIQUES, POST-RESTORATION OR OTHERWISE

 

Evandro Luiz SIQUEIRA *
Marcelo dos SANTOS **
João Alfredo Di GIROLAMO NETO ***
Flôr Luigina Hidalgo Vargas dos SANTOS ****

 

SIQUEIRA, E. L. et al. Resistência ao cisalhamento de dentes submetidos a duas técnicas de clareamento, pós-restaurados ou não. Rev Odontol Univ São Paulo, v.11, p.15-19, 1997. Suplemento.

Os autores testaram a resistência ao cisalhamento de dentes submetidos a duas técnicas de clareamento. Foram utilizados 50 incisivos centrais superiores, divididos em 5 grupos, a saber: controle (só abertura coronária), clareamento sem calor, clareamento catalisado por calor controlado, clareamento catalisado por calor controlado e restauração com resina composta de última geração e dentes hígidos. Após o teste de cisalhamento, constatou-se que, nos dentes submetidos ao clareamento dental com perborato de sódio/Peridrol com ou sem aplicações de calor controlado, apesar de estes apresentarem leve diminuição da resistência ao cisalhamento, esta não é estatisticamente significante quando comparada com a dos dentes em que se executa o acesso endodôntico sem clareamento. A restauração do dente após o clareamento dental com adesivo dentinário de 4ª geração e resina fotopolimerizada aumenta a resistência do elemento dental clareado. Não existem diferenças estatísticas de resistência ao cisalhamento entre dentes clareados sem o uso de calor e aqueles em que o calor foi empregado de forma controlada, como preconizado neste estudo. Dentes hígidos apresentam resistência maior do que os dentes clareados com calor, sem calor e aqueles não clareados, com significância estatística no nível de 5%. Já com os dentes clareados e restaurados, os dentes hígidos não mostraram diferenças estatísticas significantes.
UNITERMOS: Endodontia; Clareamento de dentes.

 

 

INTRODUÇÃO

A estética é uma das prioridades para o paciente quando este procura o cirurgião-dentista na avaliação do seu estado bucal e muitos são os que questionam a respeito da alteração cromática de algum elemento dental, devido, principalmente, ao tratamento endodôntico anteriormente realizado.

No intuito de recuperar esteticamente a tonalidade do dente, o cirurgião-dentista tem vários recursos à sua disposição, como coroas protéticas, facetas laminadas em porcelana, restaurações em resinas, bem como clareamento dental, que se coloca como recurso conservador quando bem indicado.

Muitas técnicas e materiais têm sido apresentados (BENATTI; ABE1, 1971; ROTSTEIN9, 1992; NUTTING; POE6,1992), desde clareamentos caseiros à base de peróxido de carbamida (OUELLET et al.7, 1992; GEGAUFF et al.4, 1993) até o emprego de perborato de sódio e Peridrol associado à aplicação de calor.

Dentre as técnicas mais comumente aceitas para clareamento de dentes despolpados, aquela preconizada por PAIVA; ANTONIAZZI8 (1988) utilizando perborato de sódio e Peridrol como agentes clareadores tem se mostrado bastante eficaz. Tal técnica aceita a utilização do calor como catalisador da reação.

WEIGER et al.12 (1992), preocupados com as reabsorções externas, estudaram as pastas de agentes clareadores e concluíram que o pH das mesmas varia conforme a cristalização da água no perborato de sódio, a concentração da H2O2 e o tempo de manipulação.

Manobras de segurança, como a utilização de uma pasta de hidróxido de cálcio na região cervical a fim de prevenir reabsorções dentinárias, foram descritas por HELLER et al.5 (1992) e parecem reduzir os prováveis efeitos indesejáveis dos clareamentos.

ROTSTEIN et al.9 (1992) pulverizaram tecidos dentais e notaram que tais estruturas são dissolvidas em soluções com diversas concentrações de peróxido de hidrogênio e perborato de sódio.

FRANCISCHONE et al.3 (1986) avaliaram a resistência à fratura de 100 pré-molares despolpados tratados com agentes clareadores, comparados com dentes hígidos, e concluíram que os agentes químicos e térmicos usados para o clareamento de dentes tratados endodonticamente diminuem significativamente a resistência à fratura desses dentes.

SAQUY et al.10 (1992) avaliaram a microdureza da dentina após o clareamento e observaram que os dentes clareados sob ação do calor têm sua microdureza diminuída.

A utilização de uma fonte de calor gera alguma polêmica frente ao aumento da fragilidade dental, ou por provocar reação intensa entre o perborato de sódio ou Peridrol, ou por dano ao ligamento periodontal.

Ainda dentro de manobras de segurança no intuito de minimizar os eventuais efeitos danosos à estrutura dentinária, a utilização de resinas de última geração como material restaurador final, descrita por SANTOS et al.I , tem embasamento, uma vez que os adesivos dentinários promovem maior aderência do compósito à parede dentinária a ponto de se recuperar parcialmente a resistência perdida no preparo da cavidade endodôntica e eventualmente durante as manobras de clareamento.

O presente trabalho visa avaliar a resistência ao cisalhamento de dentes submetidos à técnica de clareamento com e sem o calor controlado como agente catalisador, bem como a influência da restauração nos dentes submetidos ao clareamento.

 

MATERIAL E MÉTODO

Foram utilizados 50 incisivos centrais superiores recém-extraídos e conservados em soro fisiológico. Em 40 deles, realizou-se o tratamento endodôntico e o corte do material obturador 3mm abaixo do colo dental anatômico, onde se depositou uma camada de cimento fosfato de zinco, outra de Ca(OH)2 p. a. veiculado em solução anestésicaII e uma terceira camada de guta-percha. Dividiram-se os dentes, então, aleatoriamente em quatro grupos de 10, assim designados:

Grupo I - Grupo controle negativo, no qual, além do tratamento endodôntico, nenhum outro procedimento teve lugar a não ser o selamento provisório com cimento fosfato de zinco.

Grupo II - Promoveu-se o clareamento dental com perborato de sódioIII e Peridrol IV sem a utilização de qualquer fonte de calor. Tal procedimento deu-se com a utilização de um porta-amálgama para a colocação de perborato de sódio na face vestibular da câmara pulpar, gotejando-se Peridrol e aguardando-se 60segundos para as substâncias reagirem. Essa operação foi repetida por três vezes, sempre intermediadas por irrigação com soro fisiológico. A irrigação final foi feita com água oxigenada 10vol. e hipoclorito de sódio a 0,5% (10ml de cada) e finalizada com 10ml de soro fisiológico. Removia-se a camada de guta-percha e irrigava-se com mais 20ml de soro fisiológico, aplicando-se restauração provisória com cimento fosfato de zinco.

Grupo III - Promoveu-se o clareamento dental com perborato de sódio e Peridrol sob catalisação de uma fonte de calor controlado proporcionada por um pirógrafo de ponta adaptada. O procedimento quanto à colocação dos agentes clareadores foi o mesmo desenvolvido no Grupo II, seguida da aplicação do pirógrafoV . Essa operação foi realizada três vezes, sempre intermediadas por irrigação com soro fisiológico; cada aplicação levava 30segundos. As manobras de irrigação e restauração posteriores foram as mesmas do Grupo II.

Grupo IV - Procedeu-se igualmente ao Grupo III e, posteriormente, os elementos dentais foram restaurados com adesivo dentinário Scotchbond Multipurpose e resina Z-100VI .

Grupo V - Dentes hígidos mantidos hidratados em solução fisiológica.

Os dentes foram incluídos em cilindros de resina acrílica quimicamente ativada vazada em módulos de tubos de PVC para adaptação à máquina de cisalhamento e mantidos hidratados em soro fisiológico por uma semana a 37ºC, até serem submetidos à fratura em uma máquina Otto Wolpert WerkeVII , que media a força exercida perpendicularmente ao longo eixo dental sobre a porção central da face palatina dos dentes até que os mesmos fraturassem. Os resultados foram anotados em tabelas apropriadas e a análise estatística foi desenvolvida. Os dados obtidos foram tabulados e procedimentos estatísticos com nível de significância de a = 0,05 foram realizados.

 

RESULTADOS

Os dados obtidos em todos os experimentos foram submetidos à análise de normalidadeVIII mostrando serem coerentes com a curva de distribuição normal. Assim, a Tabela 1 mostra as médias e os desvios padrões obtidos em cada grupo experimental.

 

TABELA 1 - Médias e desvios padrões dos valores das forças necessárias ao cisalhamento dos dentes dos diferentes grupos experimentais (em kilograma-força).

Grupos experimentais s
Controle 35,75 15,31
Clareamento sem calor 28,59 9,25
Clareamento com calor 32,90 11,24
Clareamento com calor e restaurado 47,45 8,46
Dentes hígidos 58,55 4,22

 

A análise de variância dos dados originais mostrou valor F = 13,90, que é significante no nível de P5% (F5% crítico = 2,84). O teste de Tukey, em decorrência, mostrou valor de 13,18, resultando na Tabela 2, na qual se fazem as interações dos grupos experimentais e seu nível de significância.

A comparação das diferenças entre as médias dos grupos experimentais e a análise de significância com Tukey5% crítico (Tabela 2) mostrou não haver diferenças estatisticamente significantes entre os valores da resistência ao cisalhamento para os dentes clareados (com ou sem uso do calor) quando comparados com o grupo controle (GrupoI), bem como entre dentes clareados com calor controlado ou sem a sua utilização.

 

TABELA 2 - Diferenças entre as médias dos grupos experimentais e análise de significância com Tukey5% crítico=13,18.

Grupos Grupo1 Grupo 2 Grupo 3 Grupo 4 Hígidos
Grupo 1 - 7,16ns 2,85ns 11,7ns 22,8*
Grupo 2   - 4,31ns 18,86* 29,96*
Grupo 3     - 25,65* 25,65*
Grupo 4       - 11,1ns
Grupo 5         -

ns - não significante.
* - significante no nível de P5%.

 

De outro lado, dentes clareados com o uso do calor após terem sido restaurados apresentaram aumento da resistência ao cisalhamento estatisticamente significante quando comparados com aqueles clareados e não restaurados.

Ao se compararem dentes hígidos (Grupo V) com o controle (Grupo I), encontrou-se um valor de força necessária ao cisalhamento maior para os primeiros, sendo a diferença estatisticamente significante. Quando compararam-se dentes hígidos (Grupo V) com dentes clareados com calor (Grupo III) e sem calor (Grupo II), o valor da força necessária para o cisalhamento mostrou-se maior para os primeiros com diferenças estatísticas significantes. Já ao se compararem dentes hígidos (Grupo V) com clareados com calor e restaurados (Grupo IV), não houve diferenças estatisticamente significantes entre os valores necessários ao cisalhamento.

 

DISCUSSÃO

Apesar de autores como FRANCISCHONE et al.3 (1986) utilizarem pré-molares para estudar a resistência de dentes clareados, optamos por incisivos centrais superiores, pois esses dentes apresentam maior incidência de problemas cromáticos e estéticos, sendo assim mais indicados ao tratamento para clareamento. Além disso, FRANCISCHONE et al.3 (1986) utilizaram forças axiais para testar a fragilidade dental, enquanto que nossa opção foi pelo teste do cisalhamento com aplicação da força perpendicularmente ao longo eixo dental, junto à porção central da face palatina. A pouca descrição quanto à técnica clareadora utilizada por esses autores da mesma forma contribui para que exista alguma discrepância na comparação daqueles resultados com os do presente estudo. Utilizamos como base a técnica utilizada por NUTTING; POE6 (1963), que utiliza o perborato de sódio/Peridrol como medicação de demora no interior da câmara pulpar entre as sessões, porém, usando essas substâncias somente durante as sessões de clareamento.

SAQUY et al.10 (1992) avaliaram a microdureza da dentina e encontraram diminuição dessa dureza em dentes submetidos ao clareamento. O dente que é menos duro tem sua resistência à fratura aumentada, pois eleva seu coeficiente de elasticidade e isso o torna menos friável. Neste estudo, tendeu-se a confirmar tal comportamento, pois, no grupo clareado com calor, houve um ligeiro aumento de carga necessária ao cisalhamento quando comparado com o grupo em que houve clareamento sem calor.

Isso nos permite a utilização do calor de forma controlada em função da necessidade de catalisação da reação dos agentes clareadores e conseqüente necessidade de esgotamento das soluções, principalmente o Peridrol, a fim de diminuir o resíduo de íons H+ remanescente, que poderia propiciar aparecimento de processos de reabsorção externa por diminuição do pH.

A restauração com resina e adesivo dentinário de 4ª geração, no intuito de recuperar parte da resistência perdida com o preparo da cavidade endodôntica, foi bastante aceitável, tanto que a adesão e união promovidas pelo adesivo dentinário possibilitaram aumento da resistência ao cisalhamento estatisticamente significativo nesses dentes quando comparados aos dentes clareados e não restaurados, não havendo diferenças do ponto de vista estatístico entre a resistência do dente hígido e daquele clareado com calor e restaurado como neste estudo. É importante reforçar as colocações de DEMARCO; GARONE NETTO2 (1995) que, baseados nos trabalhos de TITLEY et al.11 (1988), concluíram ser necessária vigorosa irrigação com soro fisiológico a fim de remover o máximo possível de oxigênio residual após o clareamento, para que a adesão dentinária da resina seja realmente eficaz. Foi tal fator que nos levou a definir em 20ml a irrigação com soro fisiológico antes de se executar a restauração.

Os dentes hígidos, ao mostrarem resistência ao cisalhamento maior que os do grupo controle e os clareados com ou sem calor com o mesmo grau de significância, parecem indicar que o próprio acesso endodôntico é o fato decisivo para a diminuição da resistência ao cisalhamento e nem tanto os processos de clareamento da forma utilizada neste estudo. De outro lado, a restauração pós-clareamento com resina composta e adesivo dentinário, como neste estudo, devolve ao elemento dental resistência semelhante a do dente hígido.

 

CONCLUSÕES

Com base nos resultados obtidos, parece-nos lícito afirmar que:

  1. Dentes submetidos ao clareamento dental com perborato de sódio/Peridrol com ou sem aplicações de calor controlado apresentaram leve diminuição da resistência ao cisalhamento, apesar de esta não ser estatisticamente significante quando comparada a dos dentes em que se executou o acesso endodôntico sem clareamento.
  2. A restauração do dente após o clareamento dental com adesivo dentinário de 4ª geração e resina fotopolimerizada aumenta a resistência do elemento dental.
  3. Não existem diferenças estatísticas entre a resistência ao cisalhamento de dentes clareados sem o uso de calor e aqueles em que o calor foi empregado de forma controlada, como preconizado neste estudo.
  4. Dentes hígidos apresentam resistência maior do que os dentes clareados com calor, sem calor e do que aqueles não clareados, com significância estatística.
  5. Quando comparados os valores da resistência ao cisalhamento de dentes hígidos com os dos clareados e restaurados, como no presente estudo, não houve diferenças estatisticamente significantes.

 

AGRADECIMENTO

Agradecemos à Disciplina de Materiais Dentários da FOUSP, pelo apoio técnico e laboratorial, e ao Centro de Estudos João Augusto Fleury Varella, pelo suporte financeiro a esta pesquisa.

 

 

SIQUEIRA, E. L. et al. Shear strength in teeth subjected to two bleaching techniques, post-restoration or otherwise. Rev Odontol Univ São Paulo, v.11, p.15-19, 1997. Suplemento.

The authors tested the shear strength in teeth subjected to two bleaching techniques with use of 50 upper central incisors divided into 5 groups, namely: control (intracoronal access only), bleaching without heat, bleaching catalyzed by controlled heat, bleaching catalyzed by controlled heat and restored with last generation composite resin, and sound teeth. Following the shearing test it was observed that teeth subjected to dental bleaching with sodium perborate/Peridrol with or without applications of controlled heat, although they presented a slight reduction in shear strength, this was not statistically significant as compared to that from teeth where endodontic access was effected without bleaching. Restoration of the tooth subsequently to dental bleaching with fourth generation dentinal adhesive and photopolymerized resin augments the resistance of the bleached dental element. There are no statistical differences between resistance to shear in bleached teeth without the use of heat with those where heat was employed in a controlled form as preconized in this study. Sound teeth present greater resistance than teeth bleached with heat, without heat, and those not bleached with statistical significance at the level of 5%. When compared to teeth bleached and restored, they did not present significant statistical differences.
UNITERMS: Endodontics; Dental bleaching.

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. BENATTI, O.; ABE, A. Um método simplificado de branqueamento de dentes anteriores. RGO (Porto Alegre), v.167, n.1, p.21-26, 1971.

2. DEMARCO, F. F.; GARONE NETTO, N. Efeitos adversos do clareamento em dentes endodonticamente tratados. Rev Odontol Univ São Paulo, v.9, n.1, p.51-58, jan./mar. 1995.
        [ Lilacs ]

3. FRANCISCHONE, C. E. et al. Resistência à fratura de dentes despolpados tratados com agentes clareadores. Rev Bras Odontol, v.43, n.4, p.2-5, 1986.
        [ Lilacs ]

4. GEGAUFF, A. G. et al. Evaluation of tooth color change from carbamide peroxide gel. J Am Dent Assoc, v.124, n.6, p.65-72, 1993.

5. HELLER, D. et al. Effect of intracoronal bleaching on external cervical root resorption. J Endod, v.18, n.4, p.145-148, 1992.
        [ Medline ]

6. NUTTING, E. B.; POE, G. E. A new combination for bleaching teeth. J S Calif Assoc, v.41, n.2, p.289-291, 1963.

7. OULLET, D. et al. Double blind whitening night guard study using 10% carbamide peroxide. J Esthet Dent, v.4, n.3, p.79-83, 1992.

8. PAIVA, J. G.; ANTONIAZZI, J. H. Endodontia: bases para a prática clínica. 2. ed. São Paulo:Artes Médicas, 1988. 866 p.

9. ROTSTEIN, I. et al. Effects of bleaching agents on inorganic components of human dentin and cementum. J Endod, v.18, n.6, p.290-293, 1992.

10. SAQUY, P. C. et al.Estudo in vitro da permeabilidade dentinária após aplicação de agentes clareadores. Rev Paul Odontol, v.14, n.4, p.37-40, 1992.

11. TITLEY, K. C. et al. Adhesion of composite resin to bleached and unbleached human enamel. J Dent Res, v.67, n.12, p. 1523-1528, Dec. 1988.
        [ Medline ]

12. WEIGER, R. et al. Effect of various types of sodium perborate on the pH of the bleaching agents. J Endod, v.19, n.5, p.239-241, 1993.
        [ Medline ]

 

 

Recebido para publicação em 16/10/96
Aceito para publicação em 27/08/97

 

* Estagiário Didático e ** Professor Doutor da Disciplina de Endodontia da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo
*** Professor Doutor da Disciplina de Dentística da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo.
**** Mestra em Endodontia pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo.
I SANTOS, M. et al. Clareamento dental: limitações e como superá-las: apresentação de um caso clínico. Rev Odontol UNICID. (no prelo).
II Solução anestésica Lidocaína 3% - Harvey.
III Perborato de sódio - Farmácia Phytogalen - São Paulo.
IV Peridrol - Peróxido de Hidrogênio 130 vol. - Farmácia Phytogalen - São Paulo.
V Pirógrafo Palante - São Paulo.
VI Adesivo dentinário Scotchbond Multipurpose e resina Z-100 - 3M do Brasil.
VII Máquina Otto Wolpert Werke - procedência alemã, mod. 1973 - velocidade de 0,5cm/min.
VIII GMC 7.2 - Programa de Estatística Prof. Geraldo Maia Campos, Ribeirão Preto - SP.

 

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